sábado, 9 de agosto de 2014

Henshin!

Muito bem pessoal, nossa postagem de hoje será sobre um herói japonês, Kamen Rider Black. Mas antes de começar a falar sobre ele, senta que lá vem história (prometo que será curta).


O Japão é conhecido como lar dos monstros gigantes e dos heróis coloridos (NÃO! Não venha com Power Rangers, Não que sejam ruins, mas eles são adaptações americanas), porém, nos anos 1970, uma série traria uma reviravolta e uma maneira diferente de fazer seriados japoneses (que no Japão são chamados só de seriados).
Shotaro Ishinomori trouxe uma série mais densa, com mais ação e histórias voltadas para o público infanto–juvenil. Kamen Rider, que significa motoqueiro mascarado, virou uma febre e sua produção mais simples (sem monstros gigantes ou maquetes como as outras séries) fez com que se investisse mais em efeitos especiais. O super herói lembrava um inseto, geralmente um gafanhoto.
O primeiro (meio tosco hoje, mas um tremendo sucesso na época), garantiu continuações e outras histórias, criando todo um universo de Kamen Rider.  O herói era uma pessoa que foi transformada num ciborgue contra a vontade e decide se vingar de seus mal-feitores.


Bom, agora vamos ao nosso foco. Kamen Rider Black.
Essa série foi produzida em 1987 e passou aqui no Brasil na tão lembrada e querida Rede Manchete. Sua trama é considerada a mais sombria de todas as que já foram realizadas para os Kamen Rider, a série tinha um estilo mais amadurecido, para adultos. Também seguindo a premissa do ciborgue com toques de magia negra, conseguiu uma continuação direta da série, Kamen Rider RX, que também emplacou.


Em 2005, um longa-metragem foi realizado com o título Kamen Rider: The First, onde a história do primeiro Kamen Rider era recontada.
O filme, também na linha mais sombria e mais voltada para os adultos, os efeitos computadorizados fizeram do filme um sucesso no Japão, e garantiu a continuação Kamen Rider: The Next, também com grande sucesso.

É isso aí galera, não é só de zumbis, alienígenas e orcs que o apocalipse é feito, também existem as grandes corporações que podem te transformar num ciborgue maluco! E também devemos se preparar para eles.

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